


Os alimentos mais consumidos do país Suriname
SURINAME, ENCONTRO DE MUNDOS
A República do Suriname é um pequeno e curioso país. A Europa e a América tropical misturam-se de um jeito singular neste pequeno espaço. Nas cidades pode-se ver os vestígios de sua história colonial e no interior das selvas as culturas indígenas caminham com um rítmo e passo próprios.
Situação e Geografia
LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
Suriname encontra-se ao norte da América do Sul, na costa Atlântica. Limita-se ao leste com a Guiana Francesa, ao oeste como Guiana e ao sul com o Brasil. O interior está coberto de selva e os rios convertem-se ao um único acesso. Na costa vive a maior parte da população.
FLORA E FAUNA
A flora e a fauna de Suriname é de natureza tropical. Possui grande quantidade de palmeiras, tartarugas e pássaros. Pode-se encontrar pastos, colinas cobertas de bosques e todo tipo de flora tropical. A região possui uma espetacular fauna que inclui aves de penas muito coloridas e brilhantes, mamíferos como a anta e macacos.
A República do Suriname é um pequeno e curioso país. A Europa e a América tropical misturam-se de um jeito singular neste pequeno espaço. Nas cidades pode-se ver os vestígios de sua história colonial e no interior das selvas as culturas indígenas caminham com um rítmo e passo próprios.
Situação e Geografia
LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
Suriname encontra-se ao norte da América do Sul, na costa Atlântica. Limita-se ao leste com a Guiana Francesa, ao oeste como Guiana e ao sul com o Brasil. O interior está coberto de selva e os rios convertem-se ao um único acesso. Na costa vive a maior parte da população.
FLORA E FAUNA
A flora e a fauna de Suriname é de natureza tropical. Possui grande quantidade de palmeiras, tartarugas e pássaros. Pode-se encontrar pastos, colinas cobertas de bosques e todo tipo de flora tropical. A região possui uma espetacular fauna que inclui aves de penas muito coloridas e brilhantes, mamíferos como a anta e macacos.
GASTRONOMIA
A gastronomia de Suriname é o resultado de uma exótica mistura de comida indiana e indonésia, em geral oriental, e a comida crioula. Pode-se comer a bom preço nos warungs. São alimentos populares o arroz, peixe e macarrão. Pergunte pelo gadogado, um prato preparado com diferentes verduras e amendoins.
Bebidas
Em alguns estabelecimentos acha-se bebidas importadas, especialmente da França (devido a aproximidade com a Guiana Francesa). Aconselhamos para beber água somente engarrafada
Fique por dentro !notícias.
Comitiva do Suriname elogia programa de alimentação escolar da Prefeitura de Aracruz11/03/2008 16:48
10/03/08A comitiva de autoridades do Suriname (país da América do Sul, limitado a norte pelo Oceano Atlântico, a leste pela Guiana Francesa, a sul pelo Brasil e a oeste pela Guiana), que visitou o município no último sábado, elogiou o nível de organização do programa de merenda escolar da Prefeitura de Aracruz na aldeia tupinikim de Comboios. “Superou nossas expectativas. É interessante ver como a administração consegue alcançar o padrão estabelecido pela lei, oferecendo merenda escolar de qualidade, até em lugares de difícil acesso. Isto é uma injeção de ânimo para implantarmos em nosso país, pois agora sabemos que é possível”. Estas palavras foram ditas pelo oficial da Divisão de Cuidados aos Jovens de Suriname, Emanuel Enjoem, ao conhecer a escola indígena Dorvelina Coutinho.As autoridades chegaram às 10h30 do sábado (08), recebidas pela equipe da Secretaria de Educação. Já na escola, a comitiva recebeu as boas vindas da diretora, Tainá dos Santos e do Cacique Alcílio Carlos, que falaram sobre a aldeia, comidas típicas e a cultura do povo indígena tupinikim.A técnica do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Odete Cecília, explicou o objetivo da visita, que era trazer a comitiva até a aldeia para mostrar aspectos positivos da distribuição da merenda escolar em locais de difícil acesso. “A comitiva surinamesa está muito feliz, apesar de perceber os desafios que terão que enfrentar para implantar o programa em seu país. A visita possibilita entender o funcionamento da distribuição da merenda escolar e quais as adequações que devem ser feitas no Suriname, trabalhando as possibilidades que o país oferece”, disse.A nutricionista do Plano Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), Sabrina Suchi, explicou que 800 alunos da Rede Municipal são índios e em muitas aldeias a merenda escolar é diferenciada, para respeitar a própria cultura. A pedagoga do Setor de Diversidade da Secretaria de Educação de Aracruz, Andréia Cristina, relatou que o município tem sete escolas indígenas, sendo duas da tribo Guarani e cinco da tribo tupinikim. A pedagoga explicou ainda, que a administração tem resgatado a cultura indígena para oferecer uma educação escolar diferenciada.Os estrangeiros chegaram ao Brasil no dia 03 deste mês e retornaram ontem (09). Eles visitaram a cidades de Brasília (DF), Santo Antônio do Descoberto (GO) e no Espírito Santo: Vitória, Santa Maria do Jetibá e Santa Leopoldina. Aracruz foi a última parada. De acordo com o oficial surinamês, Emanuel Enjoem, a experiência no município gerou resultados positivos. “O que vimos aqui são informações valiosas que vão nos ajudar a implantar o programa de alimentação escolar em Suriname. Estou muito feliz e satisfeito com esta visita. Fechamos com chave de ouro”, afirmou.A implantação do Programa de Alimentação Escolar do Suriname vai ocorrer, a princípio, com um Projeto piloto, desenvolvido no distrito de Nickéria, oeste do país, perto da fronteira com a República da Guiana. O Projeto Piloto vai envolver aproximadamente 29 escolas regulares e de educação especial, 580 professores e 5.769 alunos. O distrito de Nickéria é dividido em diversas regiões territoriais, cercadas por diques (construções sólidas para represar águas correntes), o que faz com que as escolas fiquem relativamente distante uma das outras.
10/03/08A comitiva de autoridades do Suriname (país da América do Sul, limitado a norte pelo Oceano Atlântico, a leste pela Guiana Francesa, a sul pelo Brasil e a oeste pela Guiana), que visitou o município no último sábado, elogiou o nível de organização do programa de merenda escolar da Prefeitura de Aracruz na aldeia tupinikim de Comboios. “Superou nossas expectativas. É interessante ver como a administração consegue alcançar o padrão estabelecido pela lei, oferecendo merenda escolar de qualidade, até em lugares de difícil acesso. Isto é uma injeção de ânimo para implantarmos em nosso país, pois agora sabemos que é possível”. Estas palavras foram ditas pelo oficial da Divisão de Cuidados aos Jovens de Suriname, Emanuel Enjoem, ao conhecer a escola indígena Dorvelina Coutinho.As autoridades chegaram às 10h30 do sábado (08), recebidas pela equipe da Secretaria de Educação. Já na escola, a comitiva recebeu as boas vindas da diretora, Tainá dos Santos e do Cacique Alcílio Carlos, que falaram sobre a aldeia, comidas típicas e a cultura do povo indígena tupinikim.A técnica do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Odete Cecília, explicou o objetivo da visita, que era trazer a comitiva até a aldeia para mostrar aspectos positivos da distribuição da merenda escolar em locais de difícil acesso. “A comitiva surinamesa está muito feliz, apesar de perceber os desafios que terão que enfrentar para implantar o programa em seu país. A visita possibilita entender o funcionamento da distribuição da merenda escolar e quais as adequações que devem ser feitas no Suriname, trabalhando as possibilidades que o país oferece”, disse.A nutricionista do Plano Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), Sabrina Suchi, explicou que 800 alunos da Rede Municipal são índios e em muitas aldeias a merenda escolar é diferenciada, para respeitar a própria cultura. A pedagoga do Setor de Diversidade da Secretaria de Educação de Aracruz, Andréia Cristina, relatou que o município tem sete escolas indígenas, sendo duas da tribo Guarani e cinco da tribo tupinikim. A pedagoga explicou ainda, que a administração tem resgatado a cultura indígena para oferecer uma educação escolar diferenciada.Os estrangeiros chegaram ao Brasil no dia 03 deste mês e retornaram ontem (09). Eles visitaram a cidades de Brasília (DF), Santo Antônio do Descoberto (GO) e no Espírito Santo: Vitória, Santa Maria do Jetibá e Santa Leopoldina. Aracruz foi a última parada. De acordo com o oficial surinamês, Emanuel Enjoem, a experiência no município gerou resultados positivos. “O que vimos aqui são informações valiosas que vão nos ajudar a implantar o programa de alimentação escolar em Suriname. Estou muito feliz e satisfeito com esta visita. Fechamos com chave de ouro”, afirmou.A implantação do Programa de Alimentação Escolar do Suriname vai ocorrer, a princípio, com um Projeto piloto, desenvolvido no distrito de Nickéria, oeste do país, perto da fronteira com a República da Guiana. O Projeto Piloto vai envolver aproximadamente 29 escolas regulares e de educação especial, 580 professores e 5.769 alunos. O distrito de Nickéria é dividido em diversas regiões territoriais, cercadas por diques (construções sólidas para represar águas correntes), o que faz com que as escolas fiquem relativamente distante uma das outras.
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